A Rota do Vinho II - Champagne
Sabado a gangue brasileira foi pra mais uma viagem pelo interior do pais, dessa vez pra regiao de champagne, que fica entre Nancy e Paris. O nome "champagne" soh pode ser dado ao vinho gazeificado produzido nessa regiao especifica, tem toda uma legislaçao e controle especificos. Apesar do avanço da tecnologia, existem algumas etapas do processo que ainda permanecem originais, dando assim razao a toda a fama (e preço) da bebida.
A primeira etapa da viagem foi uma visita a uma produçao familiar, de 20 hectares. Infelizmente o frio ja chegou e levou embora todas as folhas das parreiras, entao nao vimos uvas nos pés nem champagne sendo feito. A parte boa da historia é que a dona do lugar era portuguesa, assim conseguimos boas explicaçoes no portugues de portugal, ficamos amigos da Dona Tina (o que nos rendeu umas taças a mais) e a melhor parte... depois do almoço (chucrute, salsicha, presunto, coisas que se vc comer duas vezes no ano vc morre de ataque cardiaco multiplo instantaneo galopante - resumindo, muito bom) de sobremesa teve PUDIM! Sim, pudim, nunca imaginei que eu ia comer um pudim igualzinho do Brasil por aki!
Depois fomos visitar uma cooperativa de 130 pequenos produtores num total de 600 hectares, ou seja, a estrutura é muito maior. Pena que nao deu pra ver a coisa toda funcionando. E é claro, mais champagne!
Pois é, ficar chapado com um negocio que custa 50 reais a garrafa (por 9 euros) nao é sempre nao!
Fotos no album --->
Sabado a gangue brasileira foi pra mais uma viagem pelo interior do pais, dessa vez pra regiao de champagne, que fica entre Nancy e Paris. O nome "champagne" soh pode ser dado ao vinho gazeificado produzido nessa regiao especifica, tem toda uma legislaçao e controle especificos. Apesar do avanço da tecnologia, existem algumas etapas do processo que ainda permanecem originais, dando assim razao a toda a fama (e preço) da bebida.
A primeira etapa da viagem foi uma visita a uma produçao familiar, de 20 hectares. Infelizmente o frio ja chegou e levou embora todas as folhas das parreiras, entao nao vimos uvas nos pés nem champagne sendo feito. A parte boa da historia é que a dona do lugar era portuguesa, assim conseguimos boas explicaçoes no portugues de portugal, ficamos amigos da Dona Tina (o que nos rendeu umas taças a mais) e a melhor parte... depois do almoço (chucrute, salsicha, presunto, coisas que se vc comer duas vezes no ano vc morre de ataque cardiaco multiplo instantaneo galopante - resumindo, muito bom) de sobremesa teve PUDIM! Sim, pudim, nunca imaginei que eu ia comer um pudim igualzinho do Brasil por aki!
Depois fomos visitar uma cooperativa de 130 pequenos produtores num total de 600 hectares, ou seja, a estrutura é muito maior. Pena que nao deu pra ver a coisa toda funcionando. E é claro, mais champagne!
Pois é, ficar chapado com um negocio que custa 50 reais a garrafa (por 9 euros) nao é sempre nao!
Fotos no album --->

2 Comments:
Rapaz, a parte do pudim foi a melhor hein!!
Mas esse negócio de refrigerante de vinho ae deve ser mto ruim...
Eu sei que vc NÃo vai entender a piada, e quando entender vai morrer de raiva de ter tentado entendê-la!!
=P
Abraços amigo malk!!
By
Anonymous, at 7:10 PM
porra q paraíso, vc só fica bebendo e petiscando.
eu quero ir praí tb!!!
By
Anonymous, at 5:11 AM
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